Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Textos que futuramente aparecerão no documentário(produto final)2

 

Mulheres de acção
 
 
 
O porquê do preconceito? O porquê do silêncio?
Não encontramos justificação. Na verdade, não devemos ser tão radicais nestas questões. Apesar de muitos historiadores não lhe terem dado o devido valor e a terem sempre colocado num “papel secundário” relativamente ao sexo masculino, a verdade é que certos historiadores não ignoram os considerados “sexo fraco” por outros.
     Uma das razões que comprovam que as mulheres estão longe de ser o “sexo fraco” é a participação das mulheres nos conflitos bélicos. Historiadores ignoram esse facto, mas a realidade é que felizmente temos acesso a imagens que comprovam a presença feminina nos campos de batalha desde tempos bastante remotos e principalmente as mobilizações em massas provocadas pela Primeira Guerra Mundial.
Um exemplo, já por nós abordados neste blog foram as Amazonas.
Porém, também consta numa outra lenda a existência de Boadiceira, no século I.
Boadiceia, ao que parece tão hábil como as Amazonas e tão valente quanto os homens, dirigiu uma rebelião contra os romanos na Bretanha, durante o reinado de Nero.
A historia da rainha Britânica despertou o interesse do historiador Tocito, que a caracterizou como tendo uma grande capacidade para a utilização da lança. Ao longo da sua pesquisa, segundo Tácito, esta tomou várias zonas até ser derrotada e sem “esperanças”, tendo por isso se envenenado.
            Outros estudos ainda, nos indicam que também na Idade Média mulheres chegavam a pertencer às tropas.
            Podemos afirmar que elas eram verdadeiros “homens na batalha e mulheres na intimidade”. Estas para poderem estar presentes entre as tropas recorriam ao disfarce masculino. Essa estratégia descobria-se maioritariamente quando estas engravidavam e entravam em trabalho de parto, pois ao longo da gravidez as roupas largas não demonstravam as formas femininas.
Desta situação é exemplo a inglesa Clarke, que combateu até essa altura, devido à quase inexistência de inspecções médicas e às roupas largas.
            Mas as mulheres estavam envolvidas nos conflitos bélicos não apenas através do combate, mas também pela ajuda médica que aí prestavam, através da ocupação de postos de trabalho em fábricas que se ocupem da produção de armamento e de alimentos para o exercito e com a Segunda Guerra Mundial através de missões de espionagem e sabotagem.
            Até ao século XX, uma das razoes apresentadas para que as mulheres não ocupassem um lugar no exercito devia-se à sua incapacidade física e à sua condição emocional. Assim, achavam que estas não eram capazes de manejar uma espada por muito tempo, nem carregar canhões com projecteis, ou tão pouco carregar um mosquete.
Além disso, achavam estas mais sensíveis e menos agressivas.
            Porém, actualmente verifica-se outra realidade que contradiz estas afirmações não só pelo passado destas em conflitos ao longo da Idade Média, da Segunda Guerra Mundial ou até mesmo da Guerra Civil espanhola, mas também pelo lugar que ocupam nos exércitos hoje em dia.
Lugar esse que pode pertencer a qualquer posto na estrutura militar(exemplo: artilharia), mesmo que em combate.
 
 
 
 
 A emancipação feminina
 
A década de 20 marcou sem dúvida a mulher. Ao qual deu um dos grandes passos fundamentais no caminho da sua emancipação.  Contudo ela é o lado maos escandalosos e fútil, por demonstar uma imagem de uma rapariga rebelde de sais curta e cabelo arrapazado, porque o percuros para a emancipação foi bastante árduo.
    O movimento feminino teve origem no século XIX. As manifestações  começaram por apelar os direitos da mulher casada, como terem o direito a dispor do seu próprio salário, terem acesso á educação e a um trabalho socialmente valorizado.
     Por volta de 1900 as mulheres passaram a ter direito a participar na vida política, o que lhes veio a facilitar a reinvidicar mais, sobre os seus direitos, como mulheres que são, organizando-se em numerosas associações sufragistas.
    Na Europa, as sufragistas eram lideradas pela famosa Emmeline Pankhurst (primeira sufragista britânica), que devido á sua luta pelos direitos das mulheres conseguiu muitas apoiantes. Estas para atrair a atenção do público organizaram-se, para wue juntas pudessem reclamar os seus direitos, nem que para isso fosse preciso recorrer á froça, atrvés de apedrejamentos a polícias, greves de fome, entre outras.
      Em Portugal criou-se em 1909, a liga republicana das Mulheres Portuguesas e, mais tarde, a Associação de Propaganda FEminista (1911), que contaram com a presença e esforço de mulheres que se destacaram na luta pelos seus direitos que foram: Ana Castro Osório, Carolina Beatriz Ãngelo, Adelaide Cabete e Maria Veleda, entre outras.
     Ad reinvidicações políticas femininas chocaram até á primeira Guerra Mundial, com uma forte oposição, com excepção de um pequeno número de países como a Austrália e a finlândia. Sendo alvo de censura as mulheres e da própria sociedade, que se encontrva maioritariamente conservadora.
    Contudo as convulsões da guerra, veio alterar o espiríto conservador que tinham em relação ás mulheres. Com os homens nas trincheiras, as mulheres viram-se libertas das suas funções tradicionais, como donas de casa, e assumiram o sustento da casa e da família. No campo, realizaram também o trabalho masculino e mesmo na frente de batalha se tornaram úteis nos cuidados de enfermagem, com o risco da própria vida.
     Estas alteração do estado de espírito das mulheres depois da primeira guerra mundial, contribuiu para reforçar a autoconfiança feminina, que até aí faltava e impôs-lhe também uma valorização social, ao qual passou a assumir com dignidade e honra, dado que ra um papel que queriam e já mereciam á muito.
 
 
 
 
 
 
 
                                                A mulher na actualidade
 Pode-se  dizer que no século XX a desigualdade de sexos está a diminuir com os progressos da tecnologia e da luta imparável da mulher desde os primórdos do século passado pela conquista da sua afirmação. Mas a  desigualdade ainda prevalece, embora mais restrita.
     A emancipação feminina tem progredido ao longo do tempo. Com a implantação do 25 de Abril a mulher ganhou mais direitos, que até a esta época ainda não tinha conseguido adquirir. Por isso a implantação do regime democrático em Portugal foi um dos grandes passos para a emancipação feminina.
     Contudo pode-se dizer que a mulher ainda se sente muito desvalroizada em muitos sectores. Podendo-se dizer que a emancipação feminina ainda esta muito pequenina em alguns sectores.
    A nível de profissões a desigualdade de sexos é mais evidente em cargos políticos ou em sectores de maior poder. Dado que os cargos políticos, são cargos excercidos por pessoas com experiência, e de uma relativa importância, estes são maioritariamente exercidos por homens, o que revela um pouco de descriminação em relação ás mulheres, pondo em causa as suas capacidades. Porém, estudos revelam que o facto das mulheres não ocuparem cargos de grande importância na política não se deve apenas ao facto de os homens acharem que estas não tem a competência necessária, mas sim devido também elas acharem exactamente o mesmo.
     Hoje em dia as mulheres ainda se sentem discriminadas face aos homens. Como exemplo disso temos um relatório divulgado pela Comissão Europeia que revelou, que apesar das mulheres  trabalharem mais que os homens e ter melhores qualificações que estes, as mulheres conseguem menos empregos e as suas tarefas são piores remuneradas que a dos homens. O que põe em causa a tal emancipação feminina que se pensava já não existir, e que afinal ainda prevalece. Além disso um dos estudos da Comissão para a Igualdade de Oportunidades afirmou: é necessário aproveitar mais o potencial produtivo da mão de obra feminina, porque as mulheres desempenham um papel fundamental no crescimento do emprego na Europa e apesar de  contribuir não só para o crescimento económico da Europa, também ajuda na emancipação feminina.
     Outro exemplo onde as mulheres são inferiorizadas em relação aos homens, é o facto de muitas delas serem vítimas de assédio sexual porparte dos seus patrões, onde trabalham. E como algumas delas precisam desse emprego para manter os filhos, ou a casa, ou outro membro da família sem ser da família nuclear, sujeitam-se a essa condição de vítimas.
      Outras desigualdades de sexos onde se manifesta mais é na taxa de desemprego. As taxas de desemprego das mulheres sempre foram superiores ao dos homens. O que revela que oos homens em quase todos os sentidos são considerados com mais competências em relação á mulher.
      Pode-se dizer que a emancipação ainda não está completa, mas esperamos que as mulheres continuem a ter força tiveram até aqui, para lutarmos todas juntas contra a desvalorização da mulher.
    Gráfico:Taxas de Desemprego por Sexo, Portugal, 1992 - 1999.
 Gráfico 1.
Estrutura do Desemprego Registado por Habilitação Escolar, segundo o Género
 
 

As taxas de desemprego das mulheres foram sempre superiores às dos homens, no período de referência, embora com tendência para se atenuarem as diferenças, à semelhança do ocorrido com as taxas de actividade.
A maioria das mulheres (68,3%) e dos homens (76,6%) desempregados, em 1999, possuía apenas o ensino básico. Seguiam-se os desempregados com habilitações a nível do ensino superior: 17,0 % das mulheres e 12,2% dos homens.
 

 

As mulheres e o futuro de portugal

 

 A baixa escolaridade e a baixa qualificação da população empregada portuguesa não é apenas mais um problema, mas sim o mais importante problema nacional actual. E isto porque não é possível ao País sair do estado de atraso em que se encontra, nem implementar um novo modelo de desenvolvimento baseado em trabalho qualificado e bem pago, nem construir uma sociedade baseada no conhecimento sem antes aumentar de uma forma generalizada e rápida o nível de escolaridade e de qualificação profissional da população portuguesa.

Comecemos então por mostrar como as mulheres portuguesas estão a contribuir para a resolução deste importante problema nacional. Os dados oficiais constantes do quadro I permitem obter uma primeira resposta quantificada para esta importante questão.

 

Quadro I.

Os dados do quadro I revelam que nos últimos dez anos verificaram-se alterações profundas em Portugal na posição da mulher quer na actividade produtiva quer a nível de escolaridade..

 

 
 
                               Violência doméstica
 
É de lamentar que nos dias de hoje ainda exista tanta violência doméstica. Infelizmente todos os dias entra nas nossas casas através dos meios de comunicação essa violência, em que os homens espancam as mulheres, tanto a nível físico como a nível psicológico. Geralmente a violência doméstica atinge milhares de pessoas em grande número, por vezes de forma silenciosa e dissimuladamente.
    A vítima de violência doméstica normalmente é uma pessoa com pouca auto-estima, ou que se encontra dependente do agressor emocionalmente ou de bens materiais. Isto geralmente é o que acontece.
    São vários os tipos de violência doméstica: violência física, violência psicológioca e violência verbal.
     A viôlência física consiste no uso da froça com o objectivo de magoar, deixando ou não marcas evidentes. Como por exemplo murros, agressões com objectos e queimaduras. O abuso do álcool é outro forte agravante que contribui para essa violência física.
     A violência psicológica por vezes pode ser mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, descriminação e humilhação. È uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida.
     A violência verbal normalmente dá-se ao mesmo tempo que a violência psicológica. E por razões psicológicas intímas decorrentes de complexos conflitos, algumas pessoas utilizam a violência verbal infernizando a vida do outro.
      por estas razões todas que descrevemos, é preciso acabar com a violência doméstica, antes que elas acabe com a vida de milhares de pessoas que se confrontam com esta violência dentro da  própria casa. A violência domestica tanto é exercida nos homens como nas mulheres, mas as principais vítimas são as mulheres. Dado que não possuem tanta força física como a dos homens. E também, por muitas vezes não terem o mesmo poder que eles. Por isso apelamos para que esta violência acabe, antes que ela acabe com a vida de muitas mulheres.
 
 
 Legalização do aborto
 
 
Os defensores da legalização do aborto dizem que o ser que está dentro do corpo da mulher, pertence ao corpo da mulher, logo as mulheres é que sabem que hão de fazer com ele. Mas então se as mulheres realmente tiverem poder para fazer o que querem e desejam ao seu corpo, também tem o direito de decidir se querem ter um filho ou não, caso a gravidez aconteça.
    Caso as mulheres não aceitarem esse filho, os defensores da legalização do aborto apelam para que a interrupção da gravidez seja feita por tratamentos seguros ou métodos seguros, que hoje em dia existem em clínicas especialistas para isso, ou nos hospitais.
A legalização do aborto é considerado um dos direitos das mulheres. Muitas mulheres que já quiseram interromper a gravidez, tiveram que recorrer a métodos clandestinos, o que propriamente tambem poderia acabar com a vida delas. Assim com a legalização do aborto aprovada, já é possivel as mulheres recorrerem a métodos seguros, sem elas terem que correr o risco da própria vida.
    
  A mulher no renascimento
 
No século XVIII as mulheres conhecem tensões formidáveis. As mulheres encontravam-se estreitamente controladas pelo sexo masculino e também pelos constrangimentos económicos e sociais que lhe surgiam á frente. Por isso pode-se  dizer, que apesar das mulheres trabalharem nesta época,  ainda estavam longe de constituir uma emancipação.Sendo apenas senhoras com o direito  de trabalharem no espaço público a que estavam destinadas.
    No século XVIII os papeis sociais eram herdados, ou seja o estatuto de cada pessoa dependia da origem social.
    As mulheres independentemente das suas origens sociais, a partir do momento em que nascessem de um casamento legítimo, qualquer rapariga passava a ser definida pela sua relação com o homem. O pai e o marido eram legalmente responsáveis por ela, sendo-lhe recomendado que a ambos honrasse e obedecesse. Além disso, considerava-se que ela era economicamente dependente do homem, em quase tudo. Esta tradição realizava-se nas classes médias e altas onde o negócio do casamento predominava devido aos interesses economicos que estavam por trás.
    Nas classes trabalhadoras já era diferente. As mulheres quer fossem solteiras ou casadas, tinham que trabalhar para se sustentarem a si próprias.
     As mulheres durante muito tempo foram identificadas pelo seu próprio corpo.
     As mulheres do terceiro estado eram pobres de origem e não tinham muita educação. A única matéria que lhes ensinava era os deveres da religião. Porque a obrigação delas era trabalhar no campo. Se nasciam feias tinham a pouca sorte de casar com artesãos infelizes. Se pelo contrário nascessem bonitas, tornavam-se prasa fácil do primeiro sedutor que lhes aparecesse á frente, podendo ter a sorte de se casarem com um homem rico.
    No século XVIII com o surgimento do iluminismo, preconizado por Kant um filósofo muito conceituado, entre outros, revelou-se um período de grande esperança e liberdade para a emancipação da mulher e de outros direitos civis que passaram adquirir, onde até aí não tinham direito.


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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Fotos da Exposição(2)

 

 

 

 

 

 


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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Fotos da Exposição(1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Algumas das grandes personalidades femininas

 

 

 

 

Emmmeline Pankhurst

         Emmeline Pankhurst, nasceu a 14 de Julho de 1858 em Manchester. Com apenas 14 anos começou a demonstrar interece pelos direitos das mulheres, dado que nesta época a desigualdade entre os sexos era bastante evidente.

         Em 1879 casou-se com o advogado Richard Pankhurst, que a apoiou fortemente na sua luta no Parlamento Britânico pela conquista do direito ao voto das mulheres.

         O casal Pankhurst mudou-se em 1885 para Londres. Aí o marido não consegue arranjar emprego, tendo Emmeline para sustento da casa que trabalhar numa loja de artigos finos.

         A partir de 1889, Emmeline iniciou uma carreira como activista pelos direitos das mulheres e fundou a liga para a libertação da mulher – Liga Franchise das mulheres. Esta organização foi responsável pela conquista pelo direito de voto das mulheres casadas apenas nas eleições locais.

         Em 1903, fundou a conhecida União Social e Politica da Mulher (WSPU), um movimento militante cujos membros incluíram a famosa Annie Kennes, a “mártir” do sufragismo Emily Davison e a compositora Diane Ethel Smyth.

         Pode-se dizer que a sufragista Britânica deu um grande contributo para o alcance do direito de voto das mulheres e para colocar em evidencia a capacidade de organização das mulheres na luta pelos seus interesses.

         A histórica Emmeline Pankhurst faleceu em 1928, tendo atingido o seu grande objectivo: o direito ao voto para as mulheres no Reino Unido.

 

 

 

 

 

 Madre Teresa de Calcutá

        Madre Teresa de Calcutá, chamava-se Agnes Gonxhiu Bojaxhiu e nasceu em 5 de Setembro de 1997 na República da Macedónia, sendo naturalizada Indiana em 1948.

         Foi uma missionária católica albanesa que acabou beatificada pela Igreja Católica a 19 de Outubro de 2003.

         A congregada “ Missionária da Caridade” apoiando e recuperando os desprotegidos na Índia, apelou a todo o mundo para que ajudassem o mais pobre dos pobres.

         Quando saiu do colégio, tirou um rápido curso de enfermagem, essencial para as suas acções.

         Em 1948, o Papa Pio XII permitiu que abandonasse as suas funções de manja, para que esta pudesse assim abrir uma congregação de caridade destinada a ensinar crianças pobres a ler e a seguirem as regras de higiene. Surge assim a sua ordem – As Missionárias da Caridade –, que como principio adoptaram o abandono de todos os bens materiais.

         A partir de 1950 empenhou-se também no auxílio de leprosos.

         Em 1965, o Papa Paulo VI colocou sob controle do papado a sua congregação e autorizou-a a expandir-se por outros países, apoiando crianças, idosos, cegos e doentes de HIV.

         Ao primeiro lar infantil chamado Casa da Esperança, juntou-se o Lar dos Moribundos. Entre 1968 e 1989, a Congregação estava presente na Albânia, Rússia, Cuba, Canadá, Palestina, Austrália, Itália, Ceilão, União Soviética, China, EUA, entre outros.

         O seu trabalho foi reconhecido com o Templeton Prize, em 1973, e com o Nobel da Paz, em 1979.

         Madre Teresa de Calcutá morreu em 1997, com 87 anos, mas no seu lugar deixou a irmã Nirmala, eleita em 1997. no seu funeral considerado de Estado, estiveram presentes na homenagem representantes de todo o mundo.

         Actualmente a Congregação reúne 3000 freiras, 400 irmãos, em 87 países, apoiando os necessitados em cerca de 160 cidades. 

 

 

 

         

 

 

  

 

Maria Teresa da Horta

       Maria Teresa de Horta, foi uma figura incontornável nas décadas de 60 e 70, por se ter destacado na luta pelos direitos das mulheres, como jornalista, poeta e ficcionista que foi e pela sua participação juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa no movimento feminista de Portugal.

     A escritora portuguesa nasceu em Lisboa em 1937. Estudou na faculdade de Letras em Lisboa, tendo optado seguir a carreira jornalística, na qual dirigiu a ABC Cineclube e fez parte do grupo poesia 61, sendo igualmente chefe da redacção da revista mulheres. Em 1971, publicou com Maria Velho da Costa e Isabel Barreno os poemas: “As Novas Cartas Portuguesas”, que falavam sobre o erotismo, mostrando uma linguagem sensual e atrevida. Estes poemas levaram as autoras a tribunal, por terem sido mal interpretados pela justiça portuguesa.

     Contudo a sua obra baseou-se essencialmente numa forte tendência pela experimentação de uma linguagem impetuosa e frequentemente sensual.

Rosa Luxemburgo

Rosa Luxemburgo, foi uma líder política e filósofa. Nasceu na Polónia a 5 de Março, numa família de comerciantes judeus.

Foi uma das principais revolucionárias marxistas do século XIX.

Fundou, em 1894, o Partido Social-Democrata (SPD) da Polónia e Lituânia.

Em 1898, obteve a nacionalidade alemã, instalando-se em Berlim.

Brilhante teórica do marxismo e forte opositora das teorias revisionistas de Eduard Bernstein, foi líder da esquerda revolucionária do SPD.

Contrária à colaboração com o poder do movimento dos trabalhadores na área parlamentar, lutou contra a limitação da capacidade de acção dos sindicatos nas convenções colectivas, defendendo a greve geral política (Greve Geral, Partido e Sindicatos, 1906). Recusou as teses centralistas de Lenine, baseadas no bolchevismo (Problemas Organizativos da Social-Democracia Russa, 1904), e estabeleceu os princípios do socialismo democrático (A Liberdade é Sempre a Liberdade de Ter Opiniões Diferentes). Entre 1905 e 1906, fez parte da Revolução Russa a partir de Varsóvia, leccionando de 1907 até 1914 na escola do SPD em Berlim. Em 1913, publicou o seu tratado de economia – A Acumulação do Capital. Combatendo as correntes nacionalistas do SPD, firmou seu internacionalismo proletário e seu antimilitarismo radical.

Após o início da Primeira Guerra Mundial, divergindo da política de colaboração defendida por membros do SPD, fundou o Grupo Internacionalista, de que surgiu, em 1917, o Movimento Espartaquista e, um ano mais tarde, o Partido Comunista da Alemanha (KPD).

Presa durante a guerra, apoiou, em 1918, os conselhos de trabalhadores e soldados, fundou o jornal Bandeira Vermelha, futuro diário oficial do KPD, e estabeleceu o programa do partido, que dirigiu ao lado de Karl Liebknecht.

Após o fracassado Levante Espartaquista, a 15 de Janeiro de 1919, foi brutalmente assassinada por oficiais do Exército, que lançaram o seu corpo a um rio na Alemanha.

 

 

Sojouner Truth

Sojouner Truth, nasceu na escravidão em 1797, no bairro de Hurley, em Nova York. A sua infância, se é que se pode chamar de infância, foi vivida como sendo ela um mero objecto de troca, uma vez que como sendo escrava era vendida em troca do seu trabalho de mão-de-obra.

         Em 1827, dá-se a sua fuga para o Canadá, regressando apenas a Nova York com o seu filho mais novo (um dos seus quatro filhos com o seu companheiro também escravo) quando aí, em 1829, com a abolição da escravatura.

         Durante bastante tempo deu sermões evangélicos nas ruas, enquanto paralelamente trabalhava como empregada doméstica.

De facto, esta sua faceta extremamente religiosa marcou-a profundamente na sua actividade politica, quando esta se torna uma famosa oradora na defesa do abolicionismo e dos direitos da mulher.

         Em 1841, mudou-se para Northampton, em Massachusetts, onde se junta a uma comunidade utópica denominada Northamptom Association of Education and Industry.  

Devido ao encerramento da comunidade, Sojouner Truth mudou-se para Florence, onde em conjunto com Olive Gilber trabalhou na produção da auto-biografia Narrative of Sojouner Truth: A Northern Slave.

         Em 1857, muda-se novamente, mas desta vez para o Michigan, continuando nesse local a sua luta pela defesa dos seus ideais. Após a Proclamação da Emancipação, muda-se para Washington DC e aí, Sojouner Truth conhece o presidente Abraham Lincoln.

         Após o seu regresso ao Michigan em 1867, faleceu em sua casa a 26 de Novembro de 1883


publicado por feminina12esa às 15:21
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8 de Março- Dia Internacional da Mulher

 

 

 

 

A História que está na base do Dia Internacional da Mulher

 

 

Neste dia ( 8 de Março), do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.                                                                                                                                                               Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.

 


publicado por feminina12esa às 14:58
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Livros de Mulheres de Coragem

A Filha do Tibete 

 
  
“Dona de uma persistência inquebrantável e de um profundo sentimento espiritual que nunca a abandonou, Soname faz amigos– bons amigos - com grande facilidade. Será graças a eles e à sua própria capacidade de trabalho e de fé verdadeiramente invulgar que conseguirá conquistar uma educação que sempre lhe fora negada e ligações na Europa que lhe permitirão vir para Inglaterra, onde acabará por casar com um inglês.
O seu talento para o canto foi descoberto por mero acaso quando, no copo-de-água de um casamento de amigos, cantou em honra dos noivos uma música tradicional tibetana, sem saber que um músico famoso, membro do grupo punk Sex Pistols, estava entre os convidados. A partir daí, a voz de Soname seguirá o seu caminho até ao reconhecimento do meio da world music e não só: uma vez mais à custa de muito trabalho e persistência, a cantora irá participando em espectáculos, gravando discos, criando novas canções. Tudo isto enquanto trabalha em part-time a fazer limpezas.
Agora que as maiores salas de espectáculo do Reino Unido já se renderam à sua voz e à sua presença, que o agente da cantora Björk já a levou à Islândia em digressão e os seus discos passam nas rádios, a preocupação de Soname é, ainda e sempre encontrar a sua filha, que conseguiu finalmente reencontrar já adolescente e que espera possa querer vir a viver com ela em Inglaterra.
Soname é uma mulher notável, divertida e voluntariosa. A sua história é de uma imensa força, coragem e, acima de tudo, de um espírito livre, indomável.”

 

INFORMAÇÃO RETIRADA DE: WWW.Webboom.pt 

 

 

 

Banida

 "Forçada a casar-se, acusada de manchar a honra da família, perseguida e rejeitada por aqueles que amava - eis a história de JasvinderSanghera e da sua luta pela sobrevivência num mundo claustrofóbico e violento. Oriunda de uma família sikh que emigrara para Inglaterra nos anos 50, Jasvinda - a mais nova de sete irmãs - foi ensinada a considerar a população branca corrupta e perversa e a casa um santuário da moral, onde as raparigas aprendiam a tornar-se mulheres obedientes, que tinham de desistir de tudo para servir os maridos, a quem o seu corpo era oferecido como parte do dote. Quando Jasvinder tinha apenas catorze anos e ambicionava ir para a Universidade, os pais mostraram-lhe a fotografia de um homem mais velho com quem se deveria casar. Foi a destruição de um sonho: vira as seis irmãs casarem-se segundo a vontade dos pais e os abusos e maus-tratos que sofriam às mãosdos maridos. Decidiu então fugir com o namorado ñ que ainda por cima pertencia auma casta inferior - e a sua vida transformouse numa luta paradoxal: por um lado, queria romper com os valores absurdos com que fora criada, por outro, queria o amor e a aprovação dos pais; mas para eles Jasvinder estava morta e nem depois da imolação pelo fogo de uma das suas irmãs a mãe lhe perdoou. Mudando constantemente de cidade com medo de ser perseguida por ter manchado a honra da família, Jasvinder empenhou-se em mais uma luta: terminar a sua licenciatura e ajudar mulheres como ela. E este livro - um testemunho ímpar sobre as muitas batalhas que as mulheres asiáticas ainda hoje têm de enfrentar pela sua autonomia - é uma parte importante desse seu projecto, mas para o terminar teve de lidar com mais de vinte ameaças de morte de membros da sua família que ainda hoje a querem silenciar."


INFORMAÇÃO RETIRADA DE: WWW.Webboom.pt 

 

 

 

 Dividida


Zainab Salbicresceu lutando e fugindo da tirania de Saddam. Quando esta tinha 11 anos de idade, a sua vida foi profundamente alterada com a escolha de seu pai para piloto pessoal de Saddam Hussein.
Com a sua mãe, aprenteu as leis da sobrevivência no seu meio: um sorriso de plástico, dizer a tudo que sim, enterrar em compartimentos no cérebro os horrores que via à sua volta. «Aprende a apagar as recordações», ensinava-lhe. «Saddam sabe ler-nos nos olhos.»
Assim, este livro contém memórias muito ricas do ponto de vista visual,  de uma líder da luta pelas mulheres vítimas de guerra, que revela os seus laços com um ditador, depois de os ter mantido em segredo durante anos. Descreve a tirania como a viu – através dos olhos de uma criança privilegiada, de uma adolescente rebelde, de uma mulher violada e, por fim, de uma figura pública que se esforça por vencer o dom que a manteve viva: o silêncio.
 Zainab tinha apenas vinte anos quando a mãe a convenceu a aceitar um casamento arranjado na América. Viu-se de repente casada com um desconhecido que a maltratava e que assim a levou a fugir.
 Afastada do seu país e da família pela Guerra do Golfo, sem saber que a mãe a mandara embora para a salvar de um interesse cada vez maior de Saddam por si, recomeçou a vida. Só quando Alia (sua mãe) estava a morrer é que Zainab se apercebeu de que tinha visitado zonas de guerra em todo o mundo interrogando mulheres em busca das respostas que só a mãe podia dar-lhe.
Esta é emtão uma história entre dois mundos, em que se verifica uma imensa busca pela verdade e uma tentativa de compreensão de temas universais como o poder, o terror, a submissão sexual e a pergunta que uma geração faz à anterior.

 


publicado por feminina12esa às 15:52
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

actividade prática: preparação da exposição para o dia Internacional da Mulher ( 8 de Março)

 

       Neste  momento estamos a trabalhar na preparação para a exposição do dia Internacional da Mulher, que decorrerá no dia 8 de março.

      A nossa exposição vai abordar vários temas, tais como: a amostragem de algumas personalidade femininas que se destacaram tanto a nível global como a nível nacional. Iremos também falar da história do dia de 8 de Março (como surgiu e prevaleu na história como data importante para as mulheres). E por fim também iremos falar dos direitos das mulheres, as lutas com que se depararam para chegar aos direitos que têm hoje.


publicado por feminina12esa às 21:04
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Domingo, 27 de Janeiro de 2008

"A mulher nos provérbios e nos ditados populares"

Se nos provérbios e na literatura se reflecte a cultura de um povo, através deles conhecemos também o papel da mulher na sociedade portuguesa.

A casa é das mulheres e a rua é dos homens
A homem calado e a mulher barbada em tua casa não dês pousada
A homem ocioso e a mulher barbuda de longe os saúda
A mulher casada o marido lhe basta
À mulher e à vinha o homem dá alegria
A mulher e o vinho tiram o homem do seu juízo
Do vinho e da mulher livre-se o homem, se puder
À mulher roca e ao marido espada
Arruído arruído – deu a mulher ao marido
Cresce o outro bem batido como a mulher com bom marido
De nenhuma mulher há que fiar e de todo o homem há muito que temer
De onde és homem? De onde é a minha mulher
Do homem a praça, da mulher a casa
Em casa do mesquinho mais pode a mulher que o marido
Entre dez homens nove são mulheres
Entre marido e mulher nunca metas a colher
Formosura de mulher não enriquece o homem
Fumo, goteira e mulher faladora põem os homens da porta para fora
Homem com fala de mulher nem o diabo o quer
Homem de palha vale mais que mulher de ouro
Homem do mar mija na cama e diz que está a suar
Homem tendo mulher feia tem a fama segura
Homem velho e mulher nova, ou corno ou cova
Mulher de bigode pode mais que o homem
Não há nada como uma mulher para fazer do homem quanto quer
O muito fiar dos homens e o pouco fiar das mulheres deitam a casa a perder
O que o marido proíbe a mulher o quer
Traga-o o marido e guarde-o a mulher

Anabela Couto

publicado por feminina12esa às 20:23
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

"Mulheres trabalham mais mas continuam prejudicadas face aos homens no mercado de trabalho"

"Lisboa, 23 Jan (Lusa) - As mulheres são quem mais trabalha na União Europeia, mas a sua situação laboral continua a ser pior do que a dos homens, revela um relatório adoptado hoje pela Comissão Europeia.

A edição 2008 do relatório sobre a igualdade entre mulheres e homens será apresentada aos líderes da União Europeia durante a Cimeira da Primavera, que terá lugar a 08 e 09 de Março em Bruxelas.

De acordo com o documento, "as mulheres desempenham um papel fundamental no crescimento do emprego na Europa, mas continuam desfavorecidas face aos homens no mercado de trabalho" pois, apesar de terem mais qualificações, conseguem menos empregos e as suas tarefas são pior remuneradas do que as dos homens.

Vladimír Spidla, comissário para a Igualdade de Oportunidades, salientou que "a estratégia comunitária para o crescimento e a criação de emprego permitiu criar mais postos de trabalho para as mulheres na UE", porém, persistem problemas como as diferenças de vencimento e as carreiras mais curtas e de progressão mais lenta.

Também a dificuldade em harmonizar a vida profissional e a vida privada mostram que "ainda há um caminho a percorrer" para melhorar a situação laboral das mulheres, indicou Vladimír Spidla, que considera ser necessário aproveitar mais "o potencial produtivo da mão-de-obra feminina".


publicado por feminina12esa às 16:07
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

ALGUMAS CURIOSIDADES E ASPECTOS QUE APARECERÃO NA EXPOSIÇÃO

Os 12 Direitos da Mulher
 
Segundo a ONU – Organização das Nações Unidas - os direitos das mulheres são:
  • Direito à vida;
  • Direito à liberdade e a segurança pessoal;
  • Direito à igualdade e a estar livre de todas as formas de discriminação;
  • Direito à liberdade de pensamento;
  • Direito à informação e a educação;
  • Direito à privacidade;
  • Direito à saúde e a protecção desta;
  • Direito a construir relacionamento conjugal e a planejar sua família;
  • Direito à decidir ter ou não ter filhos e quando tê-los;
  • Direito aos benefícios do progresso científico;
  • Direito à liberdade de reunião e participação política;
  • Direito a não ser submetida a torturas e maltrato;
 
 
Resumo Histórico Mundial sobre a Emancipação Feminina
Em ordem cronológica do direito ao voto conquistado pelas mulheres na:
· Nova Zelândia – 1893
· Alemanha – 1918
· Suécia – 1919
· Estados Unidos – 1920
· Brasil – 1934
· Canada – 1940
· China – 1949
· Índia – 1950
· México – 1953
· Suiça – 1971
· Iraque – 1980
· Africa do Sul – 1994 (ainda hoje com restrições do apartheid) Até 25 Fevereiro de 2003, as mulheres ainda não tinham o direito de votar no Kuwait.
Fonte: Inter-Parliamentary Union (Fev. 13, 2004) [Online] Available História de emancipação feminina mundial
 ÁSIA
Na      História mundial, quase não houveram campanhas de emancipação feminina na Ásia.
Índia e Japão foram excepções.
Na Índia, Sarojini Naidu encabeçou a Comissão das Mulheres Indianas, que foram ao encontro da monarquia britânica para exigir o voto em 1919. O Congresso Nacional Indiano apoiou a emancipação feminina. Em 1950, logo após a independencia da India, o voto foi conquistado pelas mulheres.
Ichiwaka Fusae e outras mulheres japonesas activistas estabeleceram Fusen Kakutoku Domei ("A Liga da Emancipação Feminina") em 1924.
A partir daí, elas conquistaram o poder de atender e organizar encontros políticos.
Nos anos 20 um dos dois maiores partidos japoneses apoiou a emancipação feminina. O militarismo tomou conta do Japão em 1930 e sufocou os movimentos democráticos, inclusive a emancipação feminina.
Depois que as Nações aliadas derrotaram o Japão em 1945, feministas japonesas e mulheres de organizações das Forças Aliadas cooperaram com o propósito de que uma nova constituição japonesa deveria conceder às mulheres o direito de votar. Eles esperavam que as mulheres nas eleições fizessem do Japão uma nação mais pacífica, e que as futuras gerações fossem criadas para acreditarem na paz e na democracia.
Na China a emancipação feminina foi conquistada apenas após o estabelecimento da República da China em 1949.
 AMÉRICA LATINA
A emancipação feminina foi uma causa impopular na história da América Latina. A Igreja Católica Romana opôs-se ao movimento na região, assim como mundialmente.
Além disso, políticos esquerdistas não queriam conceder o direito ao voto às mulheres pois tinham receio que elas apoiassem partidos de direita.
Mesmo assim, campanhas e organizações pela emancipação feminina foram formadas no México, Chile, Argentina e Brasil.
Embora o Equador não tenha tido movimento pela emancipação feminina, foi o primeiro país da América Latina à conceder o direito de voto às mulheres, com a excepção de que o voto era obrigatório aos homens e opcional para as mulheres.
 ÁFRICA
A maioria das mulheres africanas ganhou o direito de voto após a independência de seus países.
A África do Sul continua a restringir o direito de voto das mulheres baseando-se na raça. Mulheres mestiças, de origem negra só podem votar para candidatos de sua própria raça, que servem no parlamento de pessoas de cor. Nem homens, nem mulheres negras têm o direito de votar. Mulheres negras sul-africanas têm sido activas em exigir o fim do apartheid, do sistema de segregação racial, e no estabelecimento de uma nação unitária e não-racial, na qual elas, assim como os homens negros, teriam o direito de votar.
Países em que a Mulher
ainda não tem o Direito de Voto
As Nações Unidas firmaram o acordo de Direitos Políticos da Mulher em 1952.
Este foi o primeiro instrumento de lei internacional que declarava que em todas as nações deveria ser concedido às mulheres o direito ao voto e a organizar encontros políticos.
Apesar disso, em nações do Golfo Persa como: Kuwait, Arabia Saudita, Qatar, Oman, e os Emirados Arabes Unidos – mulheres ainda não tem o direito ao voto.
 As mulheres também são pouco expressivas em voto na Guiné Equatorial, Hong Kong, Suriname, e Taiwan. No Butao apenas a uma pessoa de cada familia é permitido o voto. Na prática, essa lei indica que poucas mulheres exercessem o direito ao voto nesse país.
Apesar de toda a luta pela emancipação feminina e do facto das mulheres serem a maioria do eleitorado mundial, ainda são poucas mulheres em altas posições políticas administrativas em seus países.
Existem muitas razões para isso: a posição da família, pouca remuneração financeira e responsabilidades domésticas tem limitado o tempo que a mulher poderia dedicar a vida pública.
Porém muitas mulheres tem tido oportunidades em níveis mais elevados de educação e maiores oportunidades de emprego, além disso o impacto dos movimentos feministas e representações políticas em vários níveis de governo tem progredido.
Em 1960, Sirimavo Bandaranaike do Sri Lanka se tornou a primeira mulher líder de uma nação. Margaret Thatcher da Inglaterra em 1979 se tornou a primeira mulher a ser primeira ministra de uma nação europeia.
De uma maneira geral e mundial, as mulheres eleitas não atribuem suas vitórias ao eleitorado feminino. Por isso, infelizmente, elas não se sentem obrigadas a responderem aos interesses da mulher na sua região ou país.
Fonte: http://gi.grolier.com/presidents/ea/side/wsffrg.html
 

publicado por feminina12esa às 13:11
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